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Veolia fecha contrato na Arábia Saudita e diversifica atuação no Brasil

10 de janeiro de 2017

A Veolia Water Technologies, especializada em tratamento de água e efluentes, conseguiu um novo contrato na Arábia Saudita, com a empresa espanhola Técnicas Reunidas, subcontratada da Saudi Aramco, para projetar e fornecer uma estação de tratamento para o Complexo de Jazan, previsto para entrar em operação ainda este ano, com capacidade de refino de 400 mil barris por dia de petróleo. Foi o segundo contrato importante fechado em 2016 pela Veolia no Oriente Médio, região que deu notícias melhores à empresa do que o Brasil, que afetou toda a indústria de óleo e gás nacional com a crise dos últimos anos. Ainda assim, o gerente de desenvolvimento de negócios da Veolia, Rafael Figueiredo, segue acreditando no País, onde a companhia vem diversificando sua atuação para outros segmentos, e espera uma recuperação a partir de 2017, mesmo que num ritmo abaixo do desejado pela indústria. “A nossa expectativa para esse ano é que o setor retome os investimentos, mesmo que ainda não sejam na velocidade necessária para a reação da economia”, afirma, ressaltando que a área de exploração e produção deverá concentrar esses novos investimentos no Brasil.

Como a Veolia avalia o cenário do setor de óleo e gás em 2017?

A gente acredita que ainda vai haver uma recuperação bem lenta para o mercado de óleo e gás na América Latina como um todo. O setor tem estado um pouco parado, mas acreditamos no início de uma recuperação, sendo que na área de exploração e produção deve ser bem mais ativa que no setor de refino.

No Brasil, visualizamos que alguns projetos de refino devem voltar a ser trabalhados pelas empresas, como Comperj e Rnest, além de projetos menores também paralisados dentro de outras refinarias.

Mas o setor de exploração e produção deve apresentar um volume de investimentos maior. Mesmo porque, se considerar que houve uma quebra no monopólio de exploração e produção no pré-sal, o novo cenário vai alavancar mais investimentos, com novas empresas entrando no País.

Quais as principais oportunidades vistas pela empresa no segmento?

Hoje, falando não só de Brasil, porque atuamos na América Latina como um todo, estamos enxergando muitas oportunidades no México, que está passando por um processo de revamp do parque de refino; na Argentina, que tem apresentado oportunidades após a troca da presidência; e na Colômbia, onde temos trabalhado com oportunidades na parte de exploração de óleo e gás onshore.

No Brasil, enxergamos algumas, mas ainda são poucas, muito dentro do parque de refino já instalado. Fora isso, não vemos novos investimentos nesta área este ano. Já em exploração e produção, temos uma demanda de oportunidades bastante constante relacionada a FPSOs.

O que fazem para FPSOs?

Fabricamos módulos de remoção de sulfato para injeção de água em poços, além de prestar serviços de operação e manutenção nessas unidades.

E para além da América Latina, quais devem ser as maiores oportunidades?

Uma região que demanda bastante a parte de tratamento de água e efluentes em refinarias para nós é o Oriente Médio. Mesmo com a queda do preço do petróleo, eles ainda têm investido bastante nessa área e temos conseguido alguns contratos por lá.

Em 2016, ganhamos dois contratos importantes em refino. Um na Arábia Saudita, no fim do ano, para projetar e fornecer uma estação de tratamento de efluentes para o Complexo de Jazan, da Saudi Aramco, e outro para uma unidade de processamento de gás da Petrofap, no sul de Omã, ainda no início de 2016.

Qual a participação do setor no faturamento da empresa em 2016 no Brasil? Essa participação tem crescido?

No Brasil, é cerca de 15%. Esse número já foi muito maior em anos anteriores, mas a baixa do setor de óleo e gás fez com que ele passasse a ser menos representativo no nosso portfólio. No entanto, ainda somos referência para esse setor de tratamento de água e efluentes para o setor no mundo, então continuamos sendo muito procurados.

Quando foi o pico da participação do setor nos negócios da Veolia no Brasil?

O pico deve ter sido entre 2009 e 2011, com uma participação de 50% a 60% do faturamento.

A crise nacional levou a empresa a fazer mudanças no planejamento relacionado a este segmento?

O que fizemos foi migrar nossa atuação para outros países da América Latina que não o Brasil, além de outros setores, como o de papel e celulose, que tem apresentado investimentos constantes nos últimos três, quatro anos. Já tínhamos começado o trabalho de diversificação, e isso também nos ajudou a passar melhor por esse momento complicado.

Quais os principais contratos no Brasil atualmente?

No Brasil, em óleo e gás, temos um contrato em execução com uma refinaria no Nordeste, para tratamento de efluentes, em fase final, mas não posso falar o nome da refinaria. Na verdade é um revamp de uma unidade de tratamento de efluentes. E temos um contrato de operação e manutenção de uma unidade fornecida pela Veolia para tratamento de lodo oleoso em outra refinaria, na região Sul.

Para o setor offshore, temos alguns módulos de FPSOs em fase final de construção e montagem para fornecimento ao pré-sal.

Qual a estratégia de atuação da Veolia no Brasil para a área de óleo e gás daqui para frente?

Temos investido bastante no desenvolvimento e aplicação de tecnologias e serviços que aumentem o valor agregado da solução para os clientes. Porque, com a redução do mercado, as empresas têm buscado cada vez mais competitividade. Então estamos buscando tecnologias mais eficientes e subfornecedores que tragam essa competitividade maior. É um mercado bastante particular, porque exige uma altíssima qualidade e também muita competitividade de preço.

Quais as expectativas em relação a 2017?

A nossa expectativa para esse ano é que o setor retome os investimentos, mesmo que ainda não sejam na velocidade necessária para a reação da economia, mas que possam proporcionar às empresas a manutenção dos esforços, para que continue valendo a pena o investimento e o trabalho no setor.

Fonte: Petronotícias

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