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Petrobras retoma parte das obras no Comperj para escoar gás natural

11 de janeiro de 2017

Estatal convidou cerca de 30 empresas estrangeiras para licitação

RIO - Depois de ter ficado dois anos sem o início de novos projetos, a Petrobras abriu no início deste ano um processo de licitação para contratação das obras da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí. As cerca de 30 empresas convidadas para o processo são estrangeiras.

De acordo com o presidente da estatal, Pedro Parente, algumas empresas nacionais não puderam ser convidadas porque são alvo de investigações da Operação Lava-Jato e, assim, estão impedidas de participar de licitações. Porém, Parente destacou que a maioria das convidadas tem atividades no país e gera emprego e renda no Brasil.

— Esta é uma discussão que no fundo tem um caráter ideológico. Então a gente ter um viés, um ranço ideológico contra quem venha de fora investir em nosso país, no meu modo de ver, contraria os interesses do próprio país — afirmou Parente, durante café da manhã com jornalistas nesta quarta-feira, refugando críticas à contratação de estrangeiras.

— Nós contratamos empresas brasileiras, cuja propriedade pode ser de capital estrangeiro, mas empresas sediadas no país, que produzem emprego e renda no país e portanto para todos os efeitos da são empresas brasileiras. E também contratamos empresas estrangeiras porque nosso objetivo é qampliar possíveis participantes dessa concorrência e com isso melhorar as condições de competição com reflexos positovs nos preços.

OBRA ESSENCIAL PARA ESCOAMENTO DE GÁS

O diretor de Desenvolvimento da Produção e Tecnologia, Roberto Moro, destacou que a maioria das empresas convidadas já está estabelecida no Brasil. As demais, se forem as vencedoras, terão que se estabelecer. Ele explicou que a seleção de se apoiou em uma avaliação a respeito da capacitação técnica, financeira e de integridade e conformidade. E destacou a geração de postos de trabalho e negócios para atender as obras.

— Essas empresas vão gerar empregos aqui, vão gerar uma demanda de serviços e equipamentos que também poderão ser fornecidos por empresas pela cadeia de fornecedores — destacou o diretor.

A UPGN tem um custo estimado em R$ 2 bilhões, e as obras deverão levar cerca de dois anos e meio. Moro disse que o aproveitamento de parte dos equipamentos já adquiridos para a UPGN, que custaram R$ 500 milhões, ainda está em discussão. O tema deve ser decidido com os vencedores da licitação. O processo licitatório deverá levar entre quatro a cinco meses.

Cerca de 30% das obras da UPGN já estão concluídos, o que representou um gasto da ordem de R$ 500 milhões. As obras do Comperj estão entre as principais atingidas pelo esquema de corrupção na Petrobras, descoberto pela Lava-Jato.

A UPGN, conforme Pedro Parente, é essencial para o escoamento futuro da produção de gás natural nos campos do pré-sal na Bacia de Santos. O presidente destacou também que a construção da UPGN não significa a retomada das obras da refinaria do Comperj, mas sim da construção dessa unidade, que atenderá o terceiro gasoduto do pré-sal.

Fonte: O Globo

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