Click Macaé
ClickMacaé.com.br
ClickMacaé.com.br

» A Bacia de Campos

» O Cenário Offshore

» Petróleo e Gás

» Empregos

» Cursos> Fornecedores Offshore> Shopping

» Informações> História do Petróleo> A História no Brasil> A Atividade Offshore no Brasil> As Crises do Petróleo> As Plataformas da Bacia de Campos> A Bacia de Campos em Números> As Reservas da Petrobras> Lei do Petróleo> Licenciamento Ambiental> Marco Regulatório> Petrobras no mundo> Pré-sal> Sobre o Petróleo> Sobre o Gás

» Empregos> Buscar Profissionais para Minha Empresa> Buscar Vaga de Emprego na Área

» Glossário> Terminologia Naval> Terminologia Offshore> Terminologia Offshore Comercial> Glossário e Abreviações

Sampling Treinamentos Curso 24 Horas

Indústria cobra esclarecimento a respeito do sobrepreço de 40% que impediria construção de FPSOs no Brasil

17 de maio de 2017

A indústria nacional cobra esclarecimentos da Petrobras a respeito do sobrepreço de 40% para construção de plataformas de exploração de petróleo no Brasil em relação a construir no exterior. A diferença foi um dos argumentos da estatal no pedido de suspensão de conteúdo local de FPSOs (waiver) nos projetos dos campos de Libra e Sépia. O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) e demais associações do Movimento Produz Brasil contestam as conclusões, pois dizem que elas foram baseadas na avaliação de uma única afretadora e com cenário bastante desfavorável de 2015, impactado pela crise econômica e política do país.

A advogada Daniela Santos, que representa o Sinaval, diz que o sindicato solicita à Petrobras e à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informações dos critérios desse sobrepreço desde 2016. Daniela defende que os sobrepreços e a impossibilidade de entregas em prazos razoáveis precisam ser comprovados pela companhia. O entendimento do Sinaval é que os contratos preveem multas pelo descumprimento dos índices e que as regras precisam ser cumpridas, inclusive porque outras operadoras já foram multadas por descumprirem suas metas. “É um pedido que atropela as regras claras do contrato porque não respeita o conteúdo local global e a engenharia básica e de detalhamento”, sustentou durante workshop sobre o tema promovido pelo Sinaval na terça-feira (16/05), no Rio de Janeiro.

A Petrobras alega que os fornecedores brasileiros não poderiam entregar as FPSOs no prazo considerado razoável. A empresa entende que o modelo de negócio afretamento, financiado pelo contratado é o que viabiliza a implementação das unidades previstas no plano de negócios da companhia para o período 2017-2021. A avaliação é que a financiabilidade dos projetos depende fundamentalmente da percepção de risco dos bancos em relação aos projetos quanto à qualidade, custos e prazos de execução. Dessa forma, a Petrobras propõe um conteúdo local que considera “comprovadamente factível” para estes projetos.

O presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, ressalta que a construção de projetos no exterior impacta a arrecadação de impostos e traz prejuízos aos estaleiros nacionais, diminuindo ainda mais os postos de trabalho que já foram reduzidos em mais de 50 mil vagas desde dezembro de 2014. Ele reconhece que a política de conteúdo local precisava de ajustes, mas enfatiza que licitar sem conteúdo local é ilegal e quebra contratos. Segundo Rocha, a indústria nacional tem condições de atender preço, qualidade e prazos. “Não queremos atrapalhar, queremos garantir direito de participar processo em igualdade de condições”, afirma.

O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, avalia que o tema conteúdo local não foi tratado com a discussão ampla que deveria. Ele acrescenta que é preciso uma política industrial que fortaleça a cadeia de O&G e ajude a evitar a perda dos investimentos e da capacitação realizados nos últimos anos.

Baseado em apresentações feitas pela própria Petrobras, Velloso enxerga a tendência de financiamentos baixos e subsidiados na modalidade supplier credit, cujos contratos contêm cláusulas onde o uso dos recursos está atrelado a compras de bens no país de origem do crédito. Segundo ele, é uma prática comum no mercado internacional. “Minha suposição é que o financiador para diminuir o custo do investimento exija obrigação de conteúdo local zero, trocando conteúdo local por conteúdo nacional de alguma bandeira”, analisa.

Fonte: Portos e Navios

Últimas Notícias
» Petrobras prevê aumentar exportações em quase 50% até 2021
» Petrobras: justiça extingue ação sobre cessão de direitos em concessões em águas rasas
» Greenpeace denuncia deficiências em projeto da Total no Brasil
» Regras para exploração de petróleo melhoraram, dizem especialistas
» Permanência de ministro garante planos do setor de óleo e gás, diz secretário
» Odebrecht Óleo e Gás fecha acordo para reestruturar US$ 5 bi em dívidas
» Petróleo em alta: bons ventos voltam a soprar no setor
» Painel da Opep avalia ampliar volume e prazo de cortes de produção, dizem fontes
» Petrobras conclui captação de US$ 4 bilhões em títulos de dívida
» Petrobras coloca à venda 100% de campo na Bacia de Solimões
veja mais notícias »

Fornecedores
Fornecedores - Para consultar ou anunciar, clique aqui, de R$240,00 por apenas R$99,90 ao ano, e disponibilize informações sobre seus produtos e serviços para o maior mercado de Petróleo e Gas do país: a Bacia de Campos.

Siga as últimas novidades do ClickMacaé diretamente no TwitterSiga as últimas novidades do ClickMacaé diretamente no Twitter.


Curta nossa página no Facebook

Política de Privacidade | Privacy policy | Publicidade | ContatoDesenvolvido pela SYS Computing