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Repsol Sinopec focada na consolidação de ativos no país, manterá produção até 2020

12 de agosto de 2017

Após registrar níveis recordes de produção no Brasil, com a ajuda de importantes áreas do pré-sal, a petroleira Repsol Sinopec, controlada pela espanhola Repsol, planeja trabalhar na consolidação dos seus ativos nos próximos anos, mantendo a extração entre 90 mil e 100 mil barris de óleo equivalente ao dia (boe/d) até 2020.

O presidente da empresa, Leonardo Junqueira, destacou nesta sexta-feira que a petroleira alavancou a sua produção neste ano, após o início da extração do campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos, no fim do ano passado.

A Repsol Sinopec --uma joint venture com a chinesa Sinopec-- é atualmente uma das principais parceiras da Petrobras no pré-sal e a terceira maior produtora de óleo e gás do país, perdendo apenas para a estatal brasileira e para a anglo-holandesa Shell, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

"Esse patamar de 90 mil a 100 mil boe/dia é o patamar que a gente buscava... O nosso objetivo é manter esse patamar provavelmente entre 2017 e 2020", afirmou Junqueira, no seu escritório no Rio de Janeiro, em entrevista ao Reuters Latin American Investment.

"Não significa que a gente não acredita (no Brasil), não significa que a gente não vai investir para crescer produção, mas significa que é o nosso objetivo manter esse nível de produção no portfólio."

Com a estratégia focada em consolidar os ativos da atual carteira, que está equilibrada entre ativos em produção, desenvolvimento e exploração, a empresa também não prevê participar da 14ª Rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo, sob regime de concessão, em setembro.

O executivo disse, no entanto, acreditar que o leilão está mais atrativo e terá mais competição do que a 13ª Rodada, que foi definida por representantes do governo como decepcionante na época.

Um braço da companhia espanhola, a Repsol Exploración, por sua vez, está inscrita para a 14ª Rodada. No entanto, Junqueira preferiu não fazer comentários sobre a estratégia de outra empresa do grupo Repsol no Brasil.

Sobre os leilões do pré-sal, previstos para outubro, o executivo afirmou que ainda não houve uma decisão definitiva e que a Repsol Sinopec tem acompanhado as notícias sobre o tema e aguarda a publicação definitiva do edital.

Para além de 2020, a empresa tem planos robustos que envolvem o início da produção de gás natural não associado ao petróleo no bloco BM-C-33, na Bacia de Campos, que contém três promissoras descobertas chamadas Pão de Açúcar, Gávea e Seat.

Segundo Junqueira, a produção na região provavelmente será iniciada em algum momento entre 2023 e 2025.

No entanto, para definir os planos de produção na região, a empresa conta com o avanço das reformas regulatórias colocadas em curso pelo governo para a atração de investimentos no setor de gás natural.

"O projeto de Pão de Açúcar vai permitir um crescimento robusto da produção e provavelmente vai ultrapassar e bastante os 100 mil barris (de óleo equivalente por dia)", disse Junqueira.

No curto prazo, no entanto, o consórcio responsável pelo BM-C-33 deve pedir adiamento do prazo para a Declaração de Comercialidade junto à ANP, previsto atualmente para 2018, como forma de obter mais tempo para alinhar as estratégias para o negócio.

A Repsol Sinopec detém 35 por cento do bloco BM-C-33. Outros 35 por cento do bloco são da norueguesa Statoil (operadora do ativo) e o restante é da Petrobras.

Fonte: Reuters

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