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Retomada do Comperj vai favorecer Niterói

13 de agosto de 2017

Já causa expectativas em Niterói a retomada das obras no Comperj, com a anunciada licitação para a construção da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), em Itaboraí, ainda neste semestre. A previsão, segundo o Plano de Negócios e Gestão da Petrobras para o período de 2017 a 2021, é que a obra tenha início no primeiro trimestre de 2018, e a unidade entre em atividade em 2020.
 
O coordenador de estudos econômicos da Firjan, William Figueiredo, afirma que, com a retomada da recuperação econômica de Itaboraí, esperada após o retorno dos investimentos no Comperj, os municípios vizinhos, incluindo Niterói, serão beneficiados:

— É muito difícil que a economia volte a ser o que se esperava em 2013. A expectativa, agora, é um maior desempenho, uma vez que os serviços e o comércio voltem a ser dinamizados — explica. — Um município com mais receita é capaz de fazer mais investimentos e, assim, prestar mais serviços à sua população. Retomando-se a atividade econômica em Itaboraí, a prefeitura poderá prover saúde e educação de qualidade, evitando que seus moradores demandem serviços em outras localidades, como Niterói e São Gonçalo.

Figueiredo lembra ainda que Niterói é fornecedora da indústria de produtos metalúrgicos, e que se beneficiaria com a prestação de serviços e fornecimento de produtos para a região do Comperj:

— Há três anos, houve um boom imobiliário na cidade que ocorreu tanto devido à expansão da indústria naval, que crescia, quanto da petroquímica. Então, Niterói também foi diretamente abalada pela paralisação das obras.

O prefeito Rodrigo Neves, também presidente do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense (Conleste) — criado para gerir os impactos provocados pelo Comperj nas cidades ao redor de Itaboraí e São Gonçalo —, diz que, no segundo semestre deste ano, o Conleste traçará um plano estratégico de desenvolvimento para a região com a parceria de universidades e de consultores do setor privado. O conselho será formado por lideranças empresariais e membros da sociedade civil da região, para estabelecer metas e constituir um ambiente favorável aos investimentos e negócios. Rodrigo enfatiza a necessidade de tornar o ambiente propício ao investimento novamente:

— As cidades do leste fluminense foram impactadas pelo anúncio do megaempreendimento do Comperj, em Itaboraí, na década passada. A promessa de eldorado transformou-se em pesadelo. Todos os municípios foram fortemente atingidos com a paralisação das obras desse projeto, que é importante não apenas para a região, mas para todo o estado.

Os impactos em Maricá também foram notados. O prefeito da cidade, Fabiano Horta, está otimista.

— O retorno do Comperj é uma grande notícia para os municípios e significa a retomada do trabalho e da geração de empregos em toda a nossa região. A população necessita disso. Acredito que ganharemos fôlego — declara.

Seis mil empregos

Os efeitos de dois anos de paralisação das obras, afirma Figueiredo, foram dramáticos. Itaboraí perdeu 17 mil postos de trabalho em 30 meses, 37% dos postos de trabalho da região. O economista afirma que a economia da cidade está um terço menor do que há três anos.

A UPGN fará o processamento do gás do petróleo extraído da bacia de Santos. Já foram gastos US$ 1 bilhão com um gasoduto que liga as plataformas em alto mar ao complexo. A obra pode criar cerca de seis mil vagas de emprego.

O Complexo já investiu cerca de US$ 13 bilhões (R$ 41 bilhões) naquele que deveria se tornar o maior empreendimento petroquímico do Brasil. No entanto, nenhuma obra foi concluída. Até então, a maior atividade econômica em Itaboraí era a produção de laranjas, afetada para sediar o projeto. O processo inicial da obra foi a terraplanagem de uma área equivalente a 12 Maracanãs, ao custo de R$ 800 milhões. No auge das construções, o Comperj empregou cerca de 30 mil trabalhadores.

Quando começou a derrocada, no final de 2014, houve demissões em massa: cerca de 200 empregados eram dispensados por dia. Em 2015, as obras foram paralisadas e, desde então, não há movimentação no complexo. A Petrobras, no entanto, declara que ainda emprega 600 pessoas.

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Fonte: O Globo

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