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As Lições com a P-36

Após três meses de exaustivos trabalhos, a comissão mista, composta pela Petrobras para investigar as causas do acidente com a plataforma P-36 divulgou o relatório final. Em seguida, todas as conclusões e recomendações foram divulgadas não só para o público interno, como também para a imprensa e demais empresas petrolíferas do mundo inteiro. Para o coordenador da comissão, engenheiro Carlos Heleno Netto Barbosa, o acidente trouxe valiosas lições e o processo investigativo revelou o elevado nível de transparência da Companhia em relação às suas questões mais cruciais.

A comissão contou com a participação de técnicos de diversas áreas da Petrobras, um representante da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia -COPPE da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e dois representantes dos empregados - um cipista e outro do Sindipetro-NF. O trabalho contou com a contribuição de especialistas de Engenharia do próprio segmento E&P e do CENPES, tendo os procedimentos de investigação e a verificação balizados pela Det Norske Veritas -DNV, empresa certificadora norueguesa, cujos técnicos não só trouxeram a experiência que a Companhia ainda não tinha, como também certificaram a qualidade e acurácia com que o trabalho estava sendo feito.

A comissão valeu-se também do apoio de outras firmas de consultoria especializada para assuntos específicos, como modelagens de explosão, de dispersão de gases etc. "A experiência trouxe conhecimento para todos os membros do grupo que, isoladamente, até então não possuíam", disse o coordenador.

Feita a investigação em três meses, o que foi um prazo recorde considerando as dimensões do acidente - a da plataforma Piper Alfa, no Mar do Norte, por exemplo, durou dois anos - e após análises profundas, chegou-se à causa mais provável, em acordo com todas as evidências levantadas, sendo concluído o relatório final entregue para a diretoria da Petrobras e divulgado ao público pela imprensa.

Logo em seguida, o diretor de E&P, José Coutinho Barbosa, criou dois grupos de trabalho, um para divulgação interna e externa, tendo sido realizadas em torno de 20 apresentações para cerca de 2 mil pessoas entre técnicos de diversas áreas. "Nessas apresentações, com duração entre quatro e cinco horas cada, esgotamos toda a história do acidente e suas causas relacionadas", complemente Carlos Heleno.

Foram feitas, ainda, apresentações para a indústria, em conjunto com a UFRJ/COPPE, Society for Underwater Technology e Sociedade Brasileira de Engenharia Naval e também apresentações nos Estados Unidos, Reino Unido e Noruega. "Em todas elas, a Petrobras foi muito elogiada pela maneira transparente e pela qualidade da análise do acidente. Observamos que em uma das apresentações feitas no Mar do Norte, o assunto foi discutido junto aos órgãos de meio ambiente e segurança do trabalho do Reino Unido. Posteriormente, fomos chamados para uma apresentação na Noruega, onde esses órgãos já apresentaram mudanças na regulamentação do Mar do Norte, em função da apresentação anterior", contou Carlos Heleno.

O segundo grupo de trabalho criado pelo Diretor de E&P buscou melhorias internas na Petrobras, tendo surgido a partir deste aprendizado o Programa de Excelência Operacional- PEO, com o objetivo de fazer com que aquelas unidades que operam plataformas marítimas rediscutissem as suas práticas operacionais sobre a ótica da segurança operacional. "Isso foi feito à luz das recomendações da comissão de sindicância, com estrutura e prazo de conclusão de suas medidas em 31 de dezembro de 2002. Foram 30 técnicos envolvidos na condução desse processo, acompanhados diretamente pela direção da Companhia", concluiu Carlos Heleno.

Fonte: Petrobras

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